São Francisco Solano, buscava evangelizar a muitos

São Francisco Solano, em Lima, dentro da Ordem, era um formador de novos evangelizadores
Nasceu na Espanha no ano de 1549. Sua formação passou pelo colégio jesuíta, ingressando mais tarde na Ordem Franciscana. Prestou ali muitos serviços, mas seu grande desejo era a evangelização para muitos. Foi quando deixou a Europa e foi para a América Latina.

Chegou em Lima (Peru), evangelizando também pela Argentina, Chile, Paraguai, Andes etc. Tudo isso em busca de evangelizar a muitos.

Francisco Solano consumiu-se na evangelização. Por obediência voltou a Lima para ser, dentro da Ordem, um formador de novos evangelizadores.

Solano faleceu com 61 anos pronunciando palavras de louvor ao Senhor: “Deus seja bendito!”

Quem se consome pelas almas, tem a certeza de que Deus foi glorificado.

São Francisco Solano, rogai por nós!

São Francisco Solano, buscava evangelizar a muitos

São Francisco Solano, em Lima, dentro da Ordem, era um formador de novos evangelizadores
Nasceu na Espanha no ano de 1549. Sua formação passou pelo colégio jesuíta, ingressando mais tarde na Ordem Franciscana. Prestou ali muitos serviços, mas seu grande desejo era a evangelização para muitos. Foi quando deixou a Europa e foi para a América Latina.

Chegou em Lima (Peru), evangelizando também pela Argentina, Chile, Paraguai, Andes etc. Tudo isso em busca de evangelizar a muitos.

Francisco Solano consumiu-se na evangelização. Por obediência voltou a Lima para ser, dentro da Ordem, um formador de novos evangelizadores.

Solano faleceu com 61 anos pronunciando palavras de louvor ao Senhor: “Deus seja bendito!”

Quem se consome pelas almas, tem a certeza de que Deus foi glorificado.

São Francisco Solano, rogai por nós!

4ª-feira da 15ª Semana do Tempo Comum

Deus não é alheio aos acontecimentos. Ele revela aos pequenos seus valores e desígnios, que fogem à compreensão dos poderosos e orgulhosos.

Primeira Leitura: Isaías 10,5-7.13-16

Leitura do livro do profeta Isaías – Assim fala o Senhor: 5“Ai de Assur, vara de minha cólera, bastão em minhas mãos, instrumento de minha indignação! 6Eu o envio contra uma nação ímpia e ordeno-lhe, contra um povo que me excita à ira, que o submeta à pilhagem e ao saque, que o calque aos pés como lama nas ruas. 7Mas ele assim não pensava, seu propósito não era esse; pelo contrário, sua intenção era esmagar e exterminar não poucas nações. 13Pois diz o rei da Assíria: ‘Realizei isso pela força da minha mão e com minha sagacidade, pois tenho experiência; aboli as fronteiras dos povos, saqueei seus tesouros e derrubei de golpe os ocupantes de altos postos; 14minha mão empalmou como um ninho a riqueza dos povos; e como se apanha uma ninhada de ovos, assim ajuntei eu os povos da terra, e não houve quem batesse asa ou abrisse o bico e desse um pio’. 15Mas, acaso, gloria-se o machado, em detrimento do lenhador que com ele corta? Ou se exalta a serra contra o serrador que a maneja? Como se a vara movesse quem a levanta e um bastão erguesse aquele que não é madeira. 16Por isso, enviará o dominador, Senhor dos exércitos, contra aqueles fortes guerreiros o raquitismo; e abalará sua glória com convulsões que queimam como fogo”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 93(94)

O Senhor não rejeita o seu povo.

Eis que oprimem, Senhor, vosso povo / e humilham a vossa herança; / estrangeiro e viúva trucidam, / e assassinam o pobre e o órfão! – R.
Eles dizem: “O Senhor não nos vê / e o Deus de Jacó não percebe!” / Entendei, ó estultos do povo; / insensatos, quando é que vereis? – R.
O que fez o ouvido não ouve? / Quem os olhos formou não verá? / Quem educa as nações não castiga? / Quem os homens ensina não sabe? – R.
O Senhor não rejeita o seu povo / e não pode esquecer sua herança: / voltarão a juízo as sentenças; / quem é reto andará na justiça. – R.

Evangelho: Mateus 11,25-27

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – 25Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Ao se dirigir ao Pai, Jesus reúne alguns títulos que revelam o domínio soberano de Deus: “Pai”, “Senhor do céu e da terra”. “Sábios e entendidos” são termos aplicados aos membros da elite religiosa e política, que se recusaram a reconhecer Jesus como o enviado do Pai. Não é que Deus os tenha privado dessa possibilidade, eles é que se posicionaram contra Jesus e seu Reino. Tornaram-se tão opostos a Jesus, que o perseguiram o tempo todo até fazê-lo morrer na cruz. Os “pequeninos”, por sua vez, são os empobrecidos, que buscam proteção, que anseiam por justiça. Estes têm o coração aberto para acolher o projeto de Deus. A mensagem de Jesus é digna de confiança e aceitação, pois ele a recebe diretamente do Pai, a quem conhece como ninguém.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Mais de 30 congregações reunidas em Aparecida na ExpoVoc

Entre os dias 27 e 29 de julho, o Santuário Nacional de Aparecida acolherá a 3ª edição da Exposição Vocacional (ExpoVoc). O encontro visa apresentar a diversidade da vida religiosa aos romeiros de Nossa Senhora Aparecida, principalmente aos jovens.

A vida consagrada está profundamente alicerçada nos exemplos e ensinamentos de Jesus Cristo e é um dom de Deus Pai à sua Igreja, por meio do Espírito Santo. O religioso é alguém que, na liberdade e por vontade própria, renuncia sua vida para entregar-se totalmente a Deus. O consagrado testemunha Cristo de uma maneira radical.

A ExpoVoc reunirá mais de 30 famílias religiosas femininas e masculinas. Cada uma delas com uma história e uma missão diferente. A intenção do grupo é também promover momentos de oração pelas vocações, pedindo sempre ao Senhor da Messe que envie mais operários e operárias para o serviço do Reino.

A exposição será realizada no subsolo do Santuário Nacional. Com o desejo de experimentar a alegria e a fraternidade de verdadeiros irmãos em Cristo, os religiosos participarão também de celebrações eucarísticas no altar central da basílica.

Que o Senhor da Messe e Pastor do Rebanho conceda o dom da perseverança a estes consagrados e continue chamando outros e outras para continuarem a missão de tantos fundadores e fundadoras das congregações.

Confira a programação da III ExpoVoc:

Sexta-feira, 20/07
18h00: Missa de abertura da III Exposição Vocacional

Sábado: 28/07
06h30: Abertura da ExpoVoc no subsolo
14h00: Terço Vocacional – Altar Central
18h00: Celebração Eucarística – Altar Central
19h00: Procissão
19h30: Show Vocacional – Auditório Pe. Noé Sotillo

Domingo: 29/7
06h00: Retomada da Exposição Vocacional, no subsolo
12h00: Missa de Encerramento

Por A12

Cardeal Baldisseri: Amoris laetitia? Uma bússola

O tema da família unido ao dos jovens. O Cardeal Lorenzo Baldisseri secretário geral do Sínodo dos Bispos, ao falar sobre a videomensagem enviada à Assembleia trienal dos Jovens em Martinica, organizada pela Conferência Episcopal das Antilhas, explica como o Papa evidencia a relação, estreita e inseparável, entre família e jovens. “Papa Francisco pede aos jovens que sustentem a instituição familiar para que continue a ser um lugar onde seus filhos possam crescer de modo sadio”, afirma Baldisseri.

Transformar a família sem esquecer as raízes

Porém, para apoiar melhor a família é preciso transformá-la. Papa Francisco confia a tarefa aos jovens e estimula-os a não ficarem acomodados, observa o cardeal Baldisseri: “Devem lutar. O Santo Padre estimula-os quando os adverte para que não fiquem acomodados. E quais são os instrumentos que os jovens têm para enfrentar a luta? A primeira arma é usar as instruções corretas, que podem ser encontradas na exortação apostólica Amoris Laetitia. Exatamente no quarto capítulo como recorda o Papa. Ao mesmo tempo devem trabalhar para que estes princípios sejam o hoje e o amanhã. Sem cancelar as raízes do passado. Sem o qual, e isso Papa Francisco deixa bem claro, não há um amanhã. E toda a sociedade deve ajudá-los a não esquecer as raízes, deve haver um esforço coletivo”.

A nomeação dos presidentes delegados do Sínodo dos jovens: é a Igreja da periferia que se faz centro

O próximo sínodo dos jovens, programado de 3-28 de outubro deste ano, não deixará de lado o tema da família. Ao contrário, será central garante Baldisseri, porque “nestes dois anos de preparação nos demos conta de que os jovens têm a família no coração. Ela está presente nos seus pensamentos e nos seus desejos”.

Papa Francisco, em 14 de julho passado nomeou quatro presidentes delegados do Sínodo: o cardeal Louis Raphael I Sako, Patriarca de Babilônia dos Caldeus, o cardeal Desire Tsarahazana, arcebispo de Toamasina (Madagascar), o cardeal Charles Maung Bo, arcebispo de Yangon (Myanmar) e o cardeal John Ribat, Arcebispo de Port Moresby (Papua Nova Guiné).

Cardeal Baldisseri comenta com entusiasmo: “Com estas nomeações, o Papa deu um caráter universal ao Sínodo. Quer chegar aos confins do mundo”.

Por Vatican News

Comunicação e Igreja: 6º Encontro Nacional da Pascom

Presidida por dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG), a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB promove mais um encontro nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom), que será realizado de 19 a 22 de julho, no centro de eventos P. Vítor Coelho de Almeida, no pátio do Santuário Nacional, em Aparecida (SP). Mais de 500 agentes se inscreveram para ouvir vários palestrantes, entre eles dom Leomar Brustolin [foto], bispo auxiliar de Porto Alegre (RS).

Histórico

No curso das realizações do Mutirão Brasileiro da Comunicação (Muticom), as lideranças chegaram a conclusão de que seria importante a criação de um estudo específico para a Pascom. Por meio da liderança dos bispos responsáveis pela Comissão da Comunicação e, sobretudo, pelo esforço e organização da Ir. Élide Fogolari, da assessoria da Comissão, foram realizados quatro grandes encontros com adesão crescente dos agentes. No quarto encontro, por exemplo, foram trazidos palestrantes europeus para refletir em Aparecida. Houve também parceria com a Comissão para Juventude.

No início do atual quadriênio, o 5º encontro, foi feita uma parceria com a Comissão para a Liturgia. Quase 700 agentes ligados às duas áreas da pastoral estiveram reunidos e contaram com a ajuda de vários palestrantes de expressão, entre eles os doutores em Liturgia e Comunicação, respectivamente Frei Ariovaldo da Silva e o Prof. Moisés Sbardelotto. Além deles, vários estudiosos de comunicação em diálogo com a liturgia ajudaram os participantes nos debates durante os vários seminários temáticos feitos durante o encontro.

6º Encontro

“Comunicação e Igreja” foi o tema escolhido pelas lideranças para o encontro desta semana, depois do encontro de 2016, por meio de uma avaliação acompanhada de sugestões. A coordenação de toda a preparação e também da execução desse projeto pastoral está nas costas do P. Antonio Xavier, da assessoria da Comissão. Ele levantou nomes junto a professores e pesquisadores e convidou, além de dom Leomar, os vários palestrantes que compõem a comunidade de pesquisadores do tema. Os doutores Ir. Joana Puntel, Ir. Helena Corazza, Moisés Sbardelotto e Elson Faxina, os professores Ricardo Alvarenga e Jessé Barbosa. No domingo, antes da despedida, vai falar o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão.

Haverá seminários específicos: A educomunicação nas práticas pastorais da Igreja, Fotografia Religiosa: resignificação a partir da imagem, Implantação da Pastoral da Comunicação (considerando o processo concreto realizado em 2016 que envolveu inteiramente a arquidiocese de Diamantina), A pastoral em tempo de Redes Sociais Digitais e Planejamento de Comunicação.

Prêmios de Comunicação

Na chamada “Noite Cultural”, durante o 6º Encontro Nacional da Pascom, por decisão do Conselho Pastoral (Consep) da CNBB, serão entregues os prêmios de comunicação da Conferência. A Rede Aparecida e a Agência GBA são as parceiras da Comissão para a Comunicação na realização desse projeto. A TV Aparecida assumiu a produção da cerimônia no formato de um programa de TV que será gravado no dia 20 de julho, sexta-feira e exibido no dia 25, quarta-feira, as 20hs, com transmissão em conjunto com várias emissoras de inspiração católica.

Receberão os prêmios “Margarida de Prata” (Cinema), “Microfone de Prata” (Rádio), “Clara de Assis” (TV), “Dom Hélder Câmara (Imprensa) e “Dom Luciano Mendes de Almeida” (Internet) os ganhadores que se inscreveram seus trabalhos que foram escolhidos pelos bispos depois de terem sido selecionados por professores de quatro universidades católicas (PUC Rio, PUC Goiás, Católica de Brasília e Católica de Salvador) e por profissionais de Rádio da Reede Católica de Rádio (RCR) e da Signis Brasil. A agência GBA que coordenou os trabalhos online das inscrições, foi responsável também por uma votação nas redes sociais que escolheram uma “Menção Honrosa” para cada categoria dos Prêmios de Comunicação.

Por CNBB

3ª-feira da 15ª Semana do Tempo Comum

Inácio (Portugal, 1526-1570), presbítero na Companhia de Jesus, foi designado para acompanhar as missões jesuítas no Brasil. Durante a segunda viagem à nova terra, ele e seus 39 companheiros foram martirizados depois de terem o navio atacado por piratas. O exemplo destes mártires nos fortaleça na missão de anunciar a Boa-Nova.

Primeira Leitura: Isaías 7,1-9

Leitura do livro do profeta Isaías – 1No tempo de Acaz, filho de Joatão, filho de Ozias, rei de Judá, aconteceu que Rason, rei da Síria, e Faceia, filho de Romelias, rei de Israel, puseram-se em marcha para atacar Jerusalém, mas não conseguiram conquistá-la. 2Foi dada a notícia à casa de Davi: “Os homens da Síria estão acampados em Efraim”. Tremeu o coração do rei e de todo o povo, como as árvores da floresta diante do vento. 3Então disse o Senhor a Isaías: “Vai ao encontro de Acaz com teu filho Sear-Iasub (isto é, ‘um resto voltará’) até a ponta do canal, na piscina superior, na direção da estrada do campo dos Pisadores; 4e dirás ao rei: ‘Procura estar calmo; não temas nem estremeça o teu coração por causa desses dois pedaços de tição fumegantes, diante da ira furiosa de Rason e da Síria, e do filho de Romelias, 5por terem a Síria, Efraim e o filho de Romelias conjurado contra ti, dizendo: 6‘Vamos atacar Judá, enchê-lo de medo e conquistá-lo para nós, e nomear novo rei, o filho de Tabeel’. 7Isto diz o Senhor Deus: ‘Este plano fracassará, nada disso se realizará! 8Que seja Damasco a capital da Síria e Rason o chefe de Damasco; dentro de sessenta e cinco anos deixará Efraim de ser povo; 9que seja a Samaria capital de Efraim e o filho de Romelias chefe de Efraim. De resto, se não confiardes, não podereis manter-vos firmes’”. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 47(48)

O Senhor estabelece sua cidade para sempre.

Grande é o Senhor e muito digno de louvores / na cidade onde ele mora; / seu monte santo, esta colina encantadora / é a alegria do universo. – R.
Monte Sião, no extremo norte situado, / és a mansão do grande rei! / Deus revelou-se, em suas fortes cidadelas, / um refúgio poderoso. – R.
Pois eis que os reis da terra se aliaram / e todos juntos avançaram; / mal a viram, de pavor estremeceram, / debandaram perturbados. – R.
Como as dores da mulher sofrendo parto, / uma angústia os invadiu; / semelhante ao vento leste impetuoso, / que despedaça as naus de Társis. – R.

Evangelho: Mateus 11,20-24

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, 20Jesus começou a censurar as cidades onde fora realizada a maior parte de seus milagres, porque não se tinham convertido. 21“Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se os milagres que se realizaram no meio de vós tivessem sido feitos em Tiro e Sidônia, há muito tempo elas teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e cobrindo-se de cinza. 22Pois bem! Eu vos digo, no dia do julgamento, Tiro e Sidônia serão tratadas com menos dureza do que vós. 23E tu, Cafarnaum! Acaso serás erguida até o céu? Não! Serás jogada no inferno! Porque, se os milagres que foram realizados no meio de ti tivessem sido feitos em Sodoma, ela existiria até hoje! 24Eu, porém, vos digo, no dia do juízo, Sodoma será tratada com menos dureza do que vós!” – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus se lamenta amargamente de algumas cidades que não acolheram sua presença libertadora nem deixaram o caminho do erro. Mesmo tendo Jesus feito aí “a maioria de seus milagres”, seus moradores não se converteram. Diriam os profetas: tinham olhos para ver e não viram, ouvidos para ouvir e não ouviram. Sua dureza de coração era pior que a dos habitantes de Tiro, Sidônia e Sodoma. Aquelas cidades não experimentaram a presença do Salvador; estas sim, e por isso serão julgadas com grande rigor. As palavras de Jesus, porém, não indicam condenação final; são graves advertências para que as pessoas se voltem para Deus. Ainda há tempo. Cada um de nós pode se perguntar: estou crescendo na fé e nas boas obras conforme os apelos que me vêm Palavra de Deus, das orações e da vida sacramental?

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires

Inácio e seus companheiros foram assassinados por serem católicos e missionários
Quarenta mártires. Entre eles 2 padres, 24 estudantes e 14 irmãos auxiliares. Portugueses e espanhóis. Todos pertenciam à Companhia de Jesus.

Inácio de Azevedo nasceu no Porto em 1526. Aos 23 anos, já tinha entrado na Companhia de Jesus ocupando vários serviços. Era ardoroso pelas missões além fronteiras.

Foi quando o Superior Geral o enviou para o Brasil e, ao retornar, testemunhou a necessidade de mais missionários. Saíram por isso, 3 naus missionárias. Em uma delas estavam Inácio de Azevedo e os 39 companheiros. A nau foi interceptada por 5 navios de inimigos da fé católica que queriam a morte de todos.

Por amor à Igreja ele aceitou o martírio, exortou e consolou seus filhos espirituais. Foi morto e lançado ao mar e todos foram martirizados, alcançando a coroa da glória na eternidade.

Inácio e seus companheiros foram assassinados por serem católicos e missionários. Estamos no tempo das novas missões, a começar na nossa casa e onde convivemos. Ali, é o primeiro lugar onde devemos testemunhar o amor a Cristo e, se preciso, sofrer por Ele.

Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros mártires, rogai por nós!

Comunicação e Igreja: 6º Encontro Nacional da Pascom, em Aparecida

Presidida por dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG), a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB promove mais um encontro nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom), que será realizado de 19 a 22 de julho, no centro de eventos P. Vítor Coelho de Almeida, no pátio do Santuário Nacional, em Aparecida (SP). Mais de 500 agentes se inscreveram para ouvir vários palestrantes, entre eles dom Leomar Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS).

Histórico

No curso das realizações do Mutirão Brasileiro da Comunicação (Muticom), as lideranças chegaram a conclusão de que seria importante a criação de um estudo específico para a Pascom. Por meio da liderança dos bispos responsáveis pela Comissão da Comunicação e, sobretudo, pelo esforço e organização da Ir. Élide Fogolari, da assessoria da Comissão, foram realizados quatro grandes encontros com adesão crescente dos agentes. No quarto encontro, por exemplo, foram trazidos palestrantes europeus para refletir em Aparecida. Houve também parceria com a Comissão para Juventude.

No início do atual quadriênio, o 5º encontro, foi feita uma parceria com a Comissão para a Liturgia. Quase 700 agentes ligados às duas áreas da pastoral estiveram reunidos e contaram com a ajuda de vários palestrantes de expressão, entre eles os doutores em Liturgia e Comunicação, respectivamente Frei Ariovaldo da Silva e o Prof. Moisés Sbardelotto. Além deles, vários estudiosos de comunicação em diálogo com a liturgia ajudaram os participantes nos debates durante os vários seminários temáticos feitos durante o encontro.

6º Encontro

“Comunicação e Igreja” foi o tema escolhido pelas lideranças para o encontro desta semana, depois do encontro de 2016, por meio de uma avaliação acompanhada de sugestões. A coordenação de toda a preparação e também da execução desse projeto pastoral está nas costas do P. Antonio Xavier, da assessoria da Comissão. Ele levantou nomes junto a professores e pesquisadores e convidou, além de dom Leomar, os vários palestrantes que compõem a comunidade de pesquisadores do tema. Os doutores Ir. Joana Puntel, Ir. Helena Corazza, Moisés Sbardelotto e Elson Faxina, os professores Ricardo Alvarenga e Jessé Barbosa. No domingo, antes da despedida, vai falar o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão.

Haverá seminários específicos: A educomunicação nas práticas pastorais da Igreja, Fotografia Religiosa: resignificação a partir da imagem, Implantação da Pastoral da Comunicação (considerando o processo concreto realizado em 2016 que envolveu inteiramente a arquidiocese de Diamantina), A pastoral em tempo de Redes Sociais Digitais e  Planejamento de Comunicação.

Prêmios de Comunicação

Na chamada “Noite Cultural”, durante o 6º Encontro Nacional da Pascom, por decisão do Conselho Pastoral (Consep) da CNBB, serão entregues os prêmios de comunicação da Conferência. A Rede Aparecida e a Agência GBA são as parceiras da Comissão para a Comunicação na realização desse projeto. A TV Aparecida assumiu a produção da cerimônia no formato de um programa de TV que será gravado no dia 20 de julho, sexta-feira e exibido no dia 25, quarta-feira, as 20hs, com transmissão em conjunto com várias emissoras de inspiração católica.

Receberão os prêmios “Margarida de Prata” (Cinema), “Microfone de Prata” (Rádio), “Clara de Assis” (TV), “Dom Hélder Câmara (Imprensa) e “Dom Luciano Mendes de Almeida” (Internet) os ganhadores que se inscreveram seus trabalhos que foram escolhidos pelos bispos depois de terem sido selecionados por professores de quatro universidades católicas (PUC Rio, PUC Goiás, Católica de Brasília e Católica de Salvador) e por profissionais de Rádio da Reede Católica de Rádio (RCR) e da Signis Brasil. A agência GBA que coordenou os trabalhos online das inscrições, foi responsável também por uma votação nas redes sociais que escolheram uma “Menção Honrosa” para cada categoria dos Prêmios de Comunicação.

Por CNBB

Papa: leigos e mulheres em papéis de responsabilidade na Igreja

“A Igreja não quer ‘clericalizar’ os leigos”, pelo contrário, o Papa Francisco quer atribuir aos leigos, e em particular às mulheres leigas, papéis de responsabilidade cada vez maior.

Foi o que sublinhou o cardeal Kevin Farrell, prefeito do Dicastério para os Leigos, Família e Vida, em entrevista concedida à revista “Intercom”, publicada pela Conferência Episcopal da Irlanda.

Respondendo às perguntas do diretor Chris Hyden, na edição de julho e agosto – em vista da reunião mundial de famílias celebrada em Dublin – o cardeal, ele próprio nascido na capital irlandesa – destaca como “historicamente os leigos” sempre “desempenharam um papel secundário na Igreja”. E como “infelizmente em alguns países ainda é assim”, seu dicastério procura “dar importância aos leigos”, visto que “se trata da maioria das pessoas que estão na Igreja”.

Protagonistas leigos

O Papa Francisco – confessa o cardeal – “disse-me abertamente de querer no Vaticano um dicastério que seja equivalente a todas as outras Congregações (para os bispos, para o clero, para os religiosos etc.)” em que os leigos sejam os protagonistas. “E com leigos ele não quer dizer pessoas que pertençam a movimentos eclesiais” – precisa o cardeal – mas “pessoas que vão à igreja”.

A Igreja não quer “clericalizar” os leigos

Neste contexto o cardeal esclarece que “a Igreja não quer” clericalizar “os leigos”, na consciência de que “há países em que os leigos levam em frente a Igreja”. E cita a este propósito a própria experiência como bispo de Dallas, para explicar que existem “paróquias com um orçamento anual de vinte milhões de dólares” e que “nenhum sacerdote jamais conseguiria administrar uma paróquia deste tamanho sem a ajuda de leigos competentes”.

Trazer as pessoas de volta aos valores autênticos e acima de tudo ao da vida familiar

Também em relação à família, o purpurado mostra ideias claras: menos clérigos, mais leigos. Recentemente, conta ele, “fui a um país falar sobre a Amoris laetitia e haviam organizado um encontro com 600/700 pessoas: 80% eram padres. Nunca haviam vivido a experiência. Quiçá conheçam a teologia moral, a teologia dogmática, em teoria. Mas daqui pra colocar em prática todos os dias … “.

Isso não significa, explica Farrell, que o Dicastério não tenha uma profunda consciência da “fragmentação da família” na sociedade contemporânea. Basta pensar, observa, que precisamente “por isso o Papa Francisco escolheu dedicar dois Sínodos” à família. Ademais, o modo como ela funciona “é o modo como irão a nossa cultura e a nossa sociedade, porque tudo está ligado à unidade de base da família. E o que experimentamos em relação a elas é o que projetamos na vida e na comunidade”.

Em suma, reconhece o prefeito, “há uma grande fragmentação nas famílias, mas ao invés concentrar-se em coisas negativas” – visto que “80 por cento do nosso trabalho diz respeito à situações de ruptura” – seria desejável conseguir “trazer de volta as pessoas aos valores autênticos e, sobretudo, àqueles da vida familiar ”.

Dificuldades econômicas incide na vivência familiar

O cardeal não esconde as dificuldades de muitas famílias fragmentadas, que muitas vezes “são projetadas na família sem necessariamente nascerem da família”. Entre estas, uma das principais é a crise econômica.

“Não há vida familiar quando mãe e pai às vezes têm que fazer dois ou três trabalhos cada um: não há tempo para os filhos; não há mais “vizinhança”. Eu me lembro de ter crescido em Dublin nos anos cinquenta. Havia este sentimento de vizinhança, todas as crianças na rua; todo mundo conhecia todo mundo. Eu acho que no atual contexto econômico isso é quase impossível. É uma realidade com a qual a família deve confrontar-se e conviver”.

Papel da mulher na Igreja

Por fim, o Cardeal Farrell fala sobre o papel das mulheres dentro da Igreja, convidando a estudar “cuidadosamente o que Francisco fez em silêncio e nos bastidores. O exemplo mais recente foi quando, pela primeira vez na história da Igreja, nomeou mulheres como consultoras da Congregação para a Doutrina da Fé”.

Trata-se de Linda Ghisoni, subsecretária justamente do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida; de Michelina Tenace, docente de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana; e de Laetitia Calmeyn, docente de Teologia no Collège des Bernardins de Paris.

E “Francisco – continua o cardeal – fez isso coerentemente: antes de eu chegar dos Estados Unidos da América tivemos uma longa conversa. Conversamos sobre o papel das mulheres nos Estados Unidos e Francisco ficou surpreso ao saber que, entre o pessoal com cargos de direção da minha diocese, havia quinze pessoas, destas apenas três homens.

O cargo de chanceler é ocupado há vinte anos por uma mulher e o tribunal para as causas matrimoniais é formado principalmente por mulheres, todas advogadas canônicas; então, quando cheguei aqui, o Papa me disse não querer sacerdotes como subsecretários do Dicastério. Ele disse: “eu quero leigos. Dou a você dois anos.”

E então ele me deu o nome de duas pessoas que ele achava que deveríamos avaliar. Falei com as duas: uma não aceitou o trabalho, a outra sim. Por isso nomeamos dois subsecretários, posição sempre ocupada anteriormente por sacerdotes que estavam ao menos 20 anos no Vaticano. Essas pessoas nunca haviam trabalhado no Vaticano.

Uma delas, Gabriella Gambino, é pesquisadora em bioética na Universidade Romana de Tor Vergata, uma universidade que é tudo menos conservadora; a outra é a própria Ghisoni, uma mulher extremamente brilhante que ensinou direito canônico, mas que também tem doutorado em teologia. Ela é casada e tem dois filhos adolescentes. Gambino também é casada e tem cinco filhos. Assim Francisco, sem chamar a atenção, gradualmente coloca as mulheres em posições de poder”.

As funções administrativas na Igreja podem ser realizadas por qualquer pessoa

E à pergunta sobre para onde leva tudo isso, o cardeal responde que “há um perigo reconhecido por muitas pessoas, mesmo não de Igreja, em relação ao papel das mulheres: queremos transformá-las em clérigos? – perguntou-se – Não. Elas devem ser pessoas do mundo que vivem no mundo», foi a resposta.

Além disso, nenhuma das mulheres mencionadas que foram nomeadas para o Dicastério e para a Congregação “são membros consagrados de comunidades leigas; eles são mulheres casadas. E passo por passo isso acontecerá em todos os níveis da Igreja se seguirmos o exemplo do Papa Francisco”. Mesmo porque, conclui o cardeal Farrell, o Pontífice “percebe que as funções administrativas na Igreja podem ser desempenhadas por qualquer pessoa”. Eles foram desempenhadas principalmente por padres, mas também podem ser feitas por leigos”.

Por Vatican News